26 de set. de 2010

Série "Óia as placa!"



Admito que o nome do produto original (Tupperware) é difícil de escrever, mas essa forma aportuguesada ficou meio cômica...

Até a próxima!

18 de set. de 2010

Ao encontro de? De encontro a?

Uma amiga me disse que sempre confunde os dois termos. Qual é a favor e qual é contra? Então, caros leitores, se algum de vocês tem a mesma dúvida, lá vai a explicação.

“Ao encontro de” significa na direção de ou em favor de. Imagine a noiva caminhando ao encontro do noivo... (Que bonito!) Ou uma boa notícia que vai ao encontro das nossas necessidades.

“De encontro a” é o oposto. Quer dizer contra ou em sentido contrário. O mau desempenho da seleção brasileira na última Copa do Mundo, por exemplo, foi de encontro às nossas expectativas.

Até a próxima!

14 de set. de 2010

O leitor é quem manda

'A Bienal Internacional do Livro de São Paulo terminou no domingo. Além de exibir montanhas de obras, promoveu palestras, seminários, debates e encontro com escritores. Em 10 dias, 740 mil pessoas passaram por lá. O maior chamariz? Acredite. Foi o espaço infantil. O Livro é uma viagem recebeu 50 mil crianças.

Conclusão: ler está na moda. Sobraram iniciativas para promover o gosto pelas letras. Dramatizações, contação de histórias e, sobretudo, muiiiiiiiiiita oferta. Imperaram ali os direitos imprescindíveis do leitor. Conhece-os? Daniel Pennac os escreveu. São 10:

1. O direito de não ler.
2. O direito de pular páginas.
3. O direito de não terminar um livro.
4. O direito de reler.
5. O direito de ler qualquer coisa.
6. O direito ao bovarismo (doença textualmente transmissível).
7. O direito de ler em qualquer lugar.
8. O direito de ler uma frase aqui ou ali.
9. O direito de ler em voz alta.
10. O direito de calar.

Em suma: o leitor manda. Da escolha da obra à leitura, Sua Excelência faz e acontece. Pode tudo.'
Fonte: Coluna da Dad Squarisi – jornal Estado de Minas – 25/8/2010

Caro leitor, já disse aqui e não custa repetir sobre a importância de fazer da leitura um hábito. Além de enriquecer o vocabulário, entre outras coisas, ler é uma delícia! Se você nunca olhou para os livros de uma forma muito amigável, que tal fazer isso a partir de agora? Comece por leituras mais leves (deixe Machado de Assis pra depois) e vá pegando o jeito. Se o problema é a falta de tempo, programe-se: você vai ver que dá pra ler um pouquinho todo dia ou, então, nos fins de semana. Vale a pena!

Abraços!

11 de set. de 2010

Pensamento do dia


"As reticências são os três primeiros passos do pensamento que continua por conta própria o seu caminho."

(Mário Quintana)

1 de set. de 2010

O tema é: CINEMA

Vocês acham que decupagem é apenas uma técnica de artesanato? Então, vejam o significado desse e de outros termos muito utilizados por quem trabalha com cinema.
'CENA
Cena é uma unidade dramática do roteiro, uma seção ininterrupta de qualquer ação que ocorra em um mesmo espaço. Ou seja: é cada um dos lances de ação que constituem um filme. Cena pode ser também o mesmo que “cenário”.

DECUPAGEM
Decupar consiste em detalhar em um roteiro os elementos cênicos (planos, efeitos, etc.) para facilitar a filmagem. Assim, decupagem é a planificação do filme definida pelo diretor, incluindo todas as cenas, posições de câmera, diálogos e duração de cada cena, etc.

EXTERNA
Geralmente usada no plural, externas são as cenas filmadas fora de um estúdio. Podem ser feitas em praças, praias, ruas, estádios, etc.

MOVIOLA
Moviola se tornou sinônimo de mesa de montagem cinematográfica, máquina usada para a edição e montagem de filmes ou vídeo, por causa de uma marca, assim chamada, desse tipo de equipamento.

PANORÂMICA
Panorâmica pode ser o movimento (lateral ou circular) feito por uma câmera, com o intuito de conseguir uma visão geral do ambiente, ou o próprio plano filmado.

TOMADA
Tomada é a filmagem contínua de cada segmento específico da ação do filme, isto é, a gravação sem interrupção de uma cena.'
Fonte: www.aulete.com.br (Palavra do dia)

Abraços!

22 de ago. de 2010

A sétima arte

Caros leitores, vocês já devem ter ouvido alguém se referir ao cinema como sendo a "sétima arte". Sabem de onde veio o termo? Segue a explicação:

'O termo sétima arte para designar o cinema foi dado por Ricciotto Canudo no Manifesto das Sete Artes, em 1911 (publicado apenas em 1923). Essa referência é apenas indicativa, cada uma das artes é caracterizada pelos elementos básicos que formatam sua linguagem e classificadas da seguinte forma:

  • 1ª Arte - Música (som);
  • 2ª Arte - Dança/Coreografia (movimento);
  • 3ª Arte - Pintura (cor);
  • 4ª Arte - Escultura (volume);
  • 5ª Arte - Teatro (representação);
  • 6ª Arte - Literatura (palavra);
  • 7ª Arte - Cinema (integra os elementos das artes anteriores mais a 8ª e no cinema de animação a 9ª).

Há uma certa dúvida se a ordem colocada estaria correta, porém um maior número de pessoas concorda com a ordem encontrada, apenas criando uma grande dúvida na posição do teatro e da literatura.

Outras formas expressivas também consideradas artes foram posteriormente adicionadas ao manifesto:

* 8ª Arte - Fotografia (imagem);
* 9ª Arte - Banda desenhada (cor, palavra, imagem);
* 10ª Arte - Jogos de Computador e de Vídeo (alguns jogos integram elementos de todas as artes anteriores somando a 11ª, porém, no mínimo, integra as 1ª, 3ª, 4ª, 6ª, 9ª artes somadas a 11ª desde a Terceira Geração dos Videogames);
* 11ª Arte - Arte digital (integra artes gráficas computorizadas 2D, 3D e programação).'

Fonte: Wikipédia

Abraços!

8 de ago. de 2010

Bom-dia ou bom dia?

Em uma postagem anterior, falei sobre o uso do hífen em bom dia e reproduzi a opinião da professora Dad Squarisi a respeito. Algumas pessoas comentaram comigo que era esquisito escrever daquele jeito, com tracinho. Para ser sincera, eu mesma não estava muito convencida e resolvi pesquisar mais sobre o assunto.

Encontrei uma explicação bastante interessante do Prof. Cláudio Moreno. Segundo ele, a saudação será sempre escrita sem hífen. Por exemplo: “Senhores, bom dia!” Da mesma forma, dizemos “Boa viagem!” e “Bom almoço!”. No entanto, quando o termo aparecer como substantivo, o hífen deverá ser usado. Alguns exemplos ajudam a entender:

“Deu um bom-dia e saiu em seguida.”
“Já estava cansada daqueles bons-dias cheios de segundas intenções.”

O Prof. Moreno dá outro exemplo, boa tarde, que mostra a diferença da concordância de gênero:

“Tenha uma boa tarde.” (locução/sem hífen)
“Deixo aos ouvintes o meu boa-tarde.” (substantivo composto/com hífen)

Caros leitores, essa abordagem do Prof. Cláudio Moreno me parece pertinente. Se alguém tiver outras informações ou quiser dar algum pitaco sobre o assunto, seu comentário será bem-vindo. Todos sabem o quanto a nossa língua portuguesa é rica de possibilidades e polêmicas podem surgir. Por isso estamos aqui, para pesquisar e aprender.

É como diz João Guimarães Rosa: “O homem nasceu para aprender, aprender tanto quanto a vida lhe permita.”

Então, boa tarde!

24 de jul. de 2010

Quando a clareza é fundamental



Já faz um tempo, entrei em uma casa lotérica para pagar algumas contas e lá estava esse pequeno aviso. Resolvi fotografá-lo para dar um exemplo de como a clareza é importante na transmissão de uma mensagem.

Pensei:
1- Os depósitos seriam de, no mínimo, R$1.000,00?
2- Os depósitos seriam de, no máximo, R$1.000,00?
3- Será que só aceitariam depósitos no valor de R$1.000,00?!

Caros leitores, a fila demorou tanto que eu até parei de pensar no assunto e esqueci de tirar a dúvida com a atendente... Será que o cartaz continua lá? Será que todos entenderam o aviso, menos eu? (risos) Será que a Melina vai se casar com o Fred?...